O Paraíso dos Aforismos.


Claro que o twitter arrefeceu, muito, o meu já capenga animus postandi.
Para não dar sumiço geral, aproveito as poucas inspirações tuíticas, e as lanço aqui, sem ordem e sem propósitos quaisquer.
- Nunca tomei café com o Saramago. Graças a Deus.
- Se o da paz é do Barack O., o de literatura tinha que ser do Paulo C.
- The greatest iPod risk is to take your loud fart for a silent one while jogging in a gym threadmill.
- Só vou acreditar na ética protestante quando o “to be continued…” vier no começo do primeiro episódio.
- Desejo a todos os grevistas que tocam buzina no Anhangabaú que manifestem violenta alergia a papel higiênico quando a cortisona faltar.
- Twitter de político assusta.Uma confessou que não vê utilidade de decorar tabela periódica.Outro aceitou que corrigissem Moóca por Mooca porque vem do tupi-gurani. Ê jacaré…Neguim acha bacana puxar ferro, mas não entende porque tem que decorar tabela periódica, se não vai ser químico. Ué, vai ser estivador?
- Não fumo mais, mas a lei nazista me faz ter vontade de criar uma resistência francesa: Gitanes.
- Tuíter é o paraíso dos aforismos.O melhor do tuíter é que não dá para defender tese.Mas tem um lado mau: induz à metalinguagem.Cáspita, defendi uma tese.
- RT @JoeBonanno The best way to kill time is work to death.
- The “four stages in every artist’s attempt at mastery: imitate, emulate, equal, surpass” (Pete Hamill). Aqui nóis começa pelo úrtimo.
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